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Homem entra em estado de depressão profunda desde que o Urban fechou

Apesar de ter sido há algum tempo, ainda existe quem não se tenha conformado com o encerramento da conhecida discoteca K Urban Beach. Mais do que isso, há quem esteja a sofrer imenso desde o primeiro segundo em que o estabelecimento fechou.

João Nunes, de 30 anos de idade, afirma mesmo estar clinicamente com uma depressão desde o fecho do Urban e diz que, desde o fatídico momento, não consegue dar a volta à sua vida e voltar a uma rotina normal. Ele era um frequentador assíduo e desde que deixou de poder ir para lá, tem sofrido imenso.

Para João Nunes, o Urban era mais do que uma discoteca. Era uma rotina, quase que um ritual:

“Não percebo. Não percebo porque é que isto aconteceu. A vida dá muitas voltas, nunca sabemos o dia de amanhã. A mim tiraram-me tudo. Eu necessitava daquela quarta-feira no Urban, aquela noite de Erasmus. Onde é que vou conseguir safar eslovenas como as que safava lá? Era tão simples. Bastava uma vodka limão e já estava…”

Para o homem de 30 anos, oriundo de Caneças, o encerramento da discoteca marca o fim de um ciclo na sua vida. Ele explica:

“Não podiam fazer isto. Foram tantos os rodízios. Muitas vezes começava na quarta-feira e só terminava no domingo. O estabelecimento marcou-me. Foi lá que traí a minha primeira namorada. Também foi lá que apanhei candidíase pela primeira vez. Lembro-me tão bem da Sónia, de Sacavém…Não me conformo e não me encontro bem desde que me tiraram a minha rotina, a minha discoteca. Não pode ser…”

O homem encontra-se a ser seguido em psiquiatria e encontra-se com uma depressão grave. Ainda assim, tem uma réstia esperança: “Acredito que um dia o espaço possa abrir para voltar a ser o que era. E aí? Vou estar mais forte do que nunca. Até lá, prefiro ficar em casa, não faz sentido sair”.

Esperemos que João Nunes consiga ultrapassar esta fase…

Nota: Artigo fictício/satírico/humorístico. A informação aqui veiculada não corresponde à realidade, é meramente ficcional.