"A minha resolução para 2018 era não chupar mais pilas, mas às 00h15 já tinha uma na boca..."

“A minha resolução para 2018 era não chupar mais pilas, mas às 00h15 já tinha uma na boca…”

É triste mas é verdade: Sheila Rodrigues, oriunda de Rio Tinto, diz que nunca mais vai celebrar nenhuma passagem de ano depois do que lhe aconteceu na transição de 2017 para 2018.

Sheila é uma verdadeira amante de sexo oral e como resolução para 2018, decidiu que queria deixar de mamar c*ralhos. Era esse o seu principal objectivo para o ano novo. Há quem queira perder peso, há quem queira viajar mas ela queria simplesmente deixar de chupar pixotas.

Assim, a jovem de 22 anos de idade prometeu a si própria que, quando desse a meia-noite e 2018 entrasse, nunca mas nunca mais faria sexo oral. Ela falou um bocado sobre a sua obsessão:

“Quando o meu namorado acabou comigo há cerca de 2 anos estive com imensos homens, imensos mesmo. F*di como se não houvesse amanhã. Foi incrível e desenvolvi um grande gosto por pila. Adorava chupá-las e dar prazer aos homens com a minha língua e boca”, explicou.

E foi mais longe: “As melhores noites são aquelas em que faço sexo oral duplo, porque ter duas pixotas na boca é qualquer coisa de especial“.

Infelizmente para Sheila, ela não conseguiu cumprir a promessa: 15 minutos depois da meia-noite, ela conseguiu falhar ao prometido depois de ter sugado a galga a um senegalês na casa de banho de um espaço nocturno em Ermesinde.

Ela explicou tudo: “Estava maluca com a festa de passagem de ano que estava a ter e de repente encontrei o Balalu Kanté, que está cá em Erasmus, alto e espadaúdo, simplesmente não consegui resistir. Trouxe-o até à casa de banho e mamei-o todo. Quase que lhe suguei a alma…”.

“Passados poucos minutos, tinha o l3itinho quentinho dele a descer-me pela garganta abaixo e apercebi-me que tinha quebrado a minha promessa para 2018. Que tristeza”, concluiu.

Mais sorte para o próximo ano, Sheila…

Nota: Artigo fictício/satírico/humorístico. A informação aqui veiculada não corresponde à realidade, é meramente ficcional.