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Pessoas que estão vivas são mais saudáveis do que pessoas mortas, afirma um estudo

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Pode parecer completamente descabido, mas um estudo recente, e até polémico, veio trazer a polémica conclusão de que estar vivo é mais saudável do que estar morto.

Os responsáveis pelo estudo, três estudantes da Licenciatura em Biologia numa reputada universidade do Chipre, trouxeram a público o resultado do seu estudo, que consistiu maioritariamente em inquéritos feitos à população.

Vários questionários foram feitos a perguntas vivas, com idades compreendidas entre os 18 e os 70 anos de idade e com as suas comorbidades, bem como a pessoas que já faleceram.

O líder do estudo, Gastão Miguel, veio falar recentemente à imprensa portuguesa sobre os resultados do estudo: “Depois de cruzarmos a informação das nossas respostas, ficou bastante claro de que as pessoas que estão vivas são mais saudáveis do que aquelas que estão mortas”.

“As pessoas vivas responderam aos inquéritos de forma honesta e mesmo com todos os problemas de saúde existentes entre eles, a distinção ficou clara quando comparado com as pessoas falecidas. A todos os mortos a quem entregámos os questionários, nenhum respondeu”.

Gastão espera agora que as vacinas contra a COVID-19 venham transformar algumas pessoas vivas em zombies de forma a poder tratar de uma amostra ainda maior no espectro humano de forma a trazer novos insights para o estudo.

Nota: Artigo fictício/satírico/humorístico. A informação aqui veiculada não corresponde à realidade, é meramente ficcional.